Victor entrega o esboço ao mestre e a tensão sobe na sala. O velho, furioso, exige que o puxador de riquixá seja encontrado vivo — mas será que ele quer justiça ou apenas dor? A cena tem uma atmosfera sombria, quase teatral, como se cada palavra fosse um golpe. Em Meu Pai é um Punho Lendário, até um papel pode virar arma.
Os capangas espalham o desenho pela cidade, mas ninguém reconhece o homem do chapéu. Será que ele é fantasma? Ou só mais um entre tantos? A busca vira uma caçada urbana, com olhares desviados e sussurros nas vielas. Em Meu Pai é um Punho Lendário, até o silêncio grita quando você procura alguém que não quer ser achado.
Ele passa despercebido, puxando sua carroça como se nada tivesse acontecido. Mas há algo em seu olhar — calmo, quase desafiador. Será que ele sabe que está sendo caçado? Ou acha que ninguém vai ligar um desenho a ele? Em Meu Pai é um Punho Lendário, os maiores perigos usam roupas simples e caminham em silêncio.
Ele segura o desenho como se fosse uma sentença de morte. Não grita, não chora — só calcula. A vingança dele não é imediata; é estratégica. Depois do torneio, diz ele. Isso significa que há um jogo maior em andamento. Em Meu Pai é um Punho Lendário, até a raiva tem horário marcado.
Quando o mestre menciona Carlos, o ar fica mais pesado. Quem é esse homem que pode virar o jogo? Um aliado? Um traidor? Ou alguém que já esteve do outro lado? Em Meu Pai é um Punho Lendário, nomes são pistas — e Carlos soa como um trovão prestes a cair.