A cena inicial com o grupo tenso já prepara o coração para o drama que vem. A mulher de xadrez ajoelhada, chorando, segurando a urna, é de partir a alma. A mulher de gabardine tenta acalmá-la, mas há um abismo entre elas. Quando o homem aponta para os peixes mortos no rio, tudo muda — será que a morte não foi acidente? Em A Jornada Solitária ao Abismo, cada olhar esconde uma verdade. A atmosfera rural, o silêncio pesado, as emoções contidas... tudo grita mais do que palavras. Quem causou isso? E por que ninguém fala?