Que reviravolta incrível! Começa com uma mulher desesperada, quase chorando, e termina com ela confiante no trabalho. A cena em que ela acorda sozinha e percebe que foi apenas um sonho (ou memória?) é dolorosa, mas a transforma. Ver a protagonista de 'Chegou Tarde, A Srta. Xavia Já É Extremamente Amada' usando aquele ventilador de mão no escritório, lembrando do toque dele, mostra uma força interior admirável. A atuação é sublime!
Amei a atenção aos detalhes visuais! A mão dela segurando a poeira ou areia no chão depois que ele sai é um símbolo poderoso de algo que se desfez. E a expressão dele, sério e intenso, contrasta com a vulnerabilidade dela. Em 'Chegou Tarde, A Srta. Xavia Já É Extremamente Amada', cada olhar diz mais que mil palavras. A cena do café da manhã dele sozinho enquanto ela sofre no escritório cria uma ironia triste sobre o amor não correspondido ou perdido.
A direção de arte nesse vídeo é impecável. O quarto com aquela luz azulada e a vista da cidade ao amanhecer criam uma atmosfera de solidão urbana muito forte. A sequência de beijos parece um sonho febril, tão rápido e intenso. Quando ela acorda em 'Chegou Tarde, A Srta. Xavia Já É Extremamente Amada', a luz do dia traz a realidade dura de volta. A trilha sonora imaginária seria perfeita para acompanhar essa montanha-russa emocional.
Ver a protagonista sofrendo na cama, abraçando o travesseiro, partiu meu coração. Ela claramente ainda sente muito por ele, mas a vida segue. A cena no escritório, onde ela tenta se concentrar enquanto ele aparece, mostra a dificuldade de superar um grande amor. 'Chegou Tarde, A Srta. Xavia Já É Extremamente Amada' nos lembra que, às vezes, o amor chega na hora errada. Espero que ela encontre sua felicidade, com ou sem ele!
A cena do beijo na cama é de tirar o fôlego! A química entre os dois é tão intensa que quase dá para sentir o calor através da tela. A transição da angústia inicial para esse momento de paixão foi perfeita. Em 'Chegou Tarde, A Srta. Xavia Já É Extremamente Amada', a tensão sexual é construída com maestria, deixando o espectador sem ar. A iluminação azul cria um clima onírico que torna tudo ainda mais romântico e proibido.