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Demônios? Não! São Garotas Perfeitas Episódio 25

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Demônios? Não! São Garotas Perfeitas

O jovem comum Lino Rocha acaba transportado para um mundo apocalíptico dominado por seres sombrios, mas descobre que seus olhos conseguem ver a “outra face do mundo” — os Espíritos Malignos classe S e os Reis Sombrios, que são horríveis e sangrentos aos olhos alheios, para ele se transformam todas em belas jovens, mulheres sensuais ou garotas fofas, cada uma com personalidade única.
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Crítica do episódio

Camila Oliveira merece um prêmio por essa atuação

A revolta de Camila Oliveira ao ser suspensa foi o ponto alto do episódio. Ela tem toda a razão em duvidar da ascensão meteórica de um novato. A expressão de incredulidade dela contrasta perfeitamente com a cegueira do Diretor. Em Demônios? Não! São Garotas Perfeitas, a dinâmica de poder está claramente quebrada, e ver alguém tentando trazer lógica para o caos é satisfatório. Só espero que ela não seja punida por dizer a verdade.

O visual da Lua Sangrenta é de tirar o fôlego

A transição para a instância do Hospital da Lua Sangrenta mudou completamente a atmosfera. A lua vermelha gigante e as silhuetas dos monstros criaram um senso de perigo iminente que faltava antes. Saber que Sofia Mendes está desaparecida lá aumenta as apostas. Em Demônios? Não! São Garotas Perfeitas, a arte parece ter evoluído nesse momento, tornando o mundo sobrenatural muito mais tangível e aterrorizante para nós espectadores.

Lino Rocha é suspeito demais para ser herói

Não sou a única que acha estranho o Diretor chamar Lino Rocha de 'íntegro e justo' logo após ele domar espíritos malignos? A reação de pânico da garota no final confirma que há algo muito errado nessa narrativa. Em Demônios? Não! São Garotas Perfeitas, a construção desse personagem parece uma armadilha. O sorriso do Lino e a defesa agressiva do Diretor me fazem acreditar que ele é a maior ameaça, não os monstros.

A tensão na sala de reuniões é palpável

A interação entre os personagens na sala é carregada de eletricidade. De um lado, o Diretor desesperado; do outro, Helena Silveira tentando alertar sobre o perigo de confiar em Lino Rocha. A presença das garotas com aparência de bonecas ao fundo adiciona um toque surreal à cena. Em Demônios? Não! São Garotas Perfeitas, cada diálogo parece uma peça de xadrez onde ninguém está seguro. Mal posso esperar para ver quem vai vencer esse embate.

A loucura do Diretor é o verdadeiro suspense

A cena em que o Diretor defende Lino Rocha com tanta paixão beira o cômico, mas esconde uma tensão real. A forma como ele silencia Helena Silveira mostra que há segredos profundos sobre o passado de Lino. Em Demônios? Não! São Garotas Perfeitas, essa lealdade cega do chefe me deixou intrigada sobre o que realmente aconteceu com a dupla Vermelho e Branco. A atuação dele transmite um medo disfarçado de admiração que é arrepiante.