A cena em que ela destrói as lembranças é de partir o coração. A dor nos olhos de Murilo Xavier ao ver o desenho sendo rasgado mostra o quanto ele ainda se importa. Em Reunião? Não, é Retaliação!, a química entre os dois é palpável, mesmo na raiva. Uma atuação incrível que nos faz sentir cada pedaço de vidro quebrado.
Ela diz que vai mostrar o que é ficar louca, mas seus olhos estão cheios de lágrimas. Essa contradição é o que torna Reunião? Não, é Retaliação! tão viciante. Não é apenas uma briga de casal, é o desmoronamento de anos de história. A forma como ela joga tudo fora é um grito de socorro disfarçado de força.
As flores secas representam um amor que morreu, mas que ainda ocupava espaço. Ao quebrar o vaso, ela finalmente aceita que acabou. A cena do escritório em Reunião? Não, é Retaliação! é visualmente linda e emocionalmente devastadora. O silêncio dele depois do estrondo diz mais que mil palavras.
Ver Murilo Xavier tão chocada enquanto ela destrói tudo dá uma vontade de abraçar os dois. Será que a desonestidade foi tão grave assim? Em Reunião? Não, é Retaliação!, a tensão é construída de forma magistral. Cada objeto jogado no chão é uma memória sendo apagada. Impossível não se envolver.
Aquele momento específico em que ela rasga o retrato feito na faculdade foi o ponto de não retorno. Simboliza apagar o passado. A atuação em Reunião? Não, é Retaliação! é de arrepiar. A expressão dele, paralisado, enquanto os pedaços de papel caem, é cinema puro. Uma cena para estudar.