O salão dourado de O Homem que Domina as Bestas Espirituais brilha como um palco de intrigas. Cada brinde, cada olhar entre os personagens principais carrega tensão disfarçada de cortesia. A transição para a cena do táxi amarelo quebra a fantasia com realidade crua — e isso me prendeu ainda mais. Quem diria que tanta sofisticação levaria a um destino tão simples?