Desde o primeiro minuto, a atmosfera de Sou o protagonista já prende. A ligação da mulher parece calma, mas o corte para o homem ferido cria um contraste brutal. A forma como ela o esconde e enfrenta o perseguidor mostra uma coragem inesperada. Cada olhar, cada sussurro, aumenta a pressão. É daqueles vídeos que você assiste com o coração na boca.
O que mais me impactou em Sou o protagonista foi a transformação da personagem feminina. De uma conversa tranquila ao telefone para proteger um estranho sangrando. A cena em que ela empurra o agressor e mente com firmeza é de arrepiar. Mostra que, sob pressão, algumas pessoas revelam uma força que nem elas mesmas conheciam. Simplesmente incrível de assistir.
Em Sou o protagonista, o momento em que ela diz 'Silêncio!' enquanto o homem ferido treme ao lado dela é de uma tensão absurda. Não precisa de gritos ou explosões; o medo nos olhos dele e a determinação dela falam tudo. A direção sabe usar o espaço apertado do corredor para aumentar a claustrofobia. Uma aula de como construir suspense com poucos elementos.
A entrada do antagonista em Sou o protagonista muda completamente o tom da cena. Ele não precisa gritar muito; a ameaça está no olhar e na forma como agarra a mulher. A pergunta sobre o 'homem ferido' cria um jogo de gato e rato imediato. Fiquei imaginando o que ele fez para merecer essa perseguição. Mistério e ação na medida certa.
Ver a mulher em Sou o protagonista se colocando entre o perigo e o homem ferido foi emocionante. Ela não hesita, mesmo estando claramente assustada. A cena em que ela inventa que não tem o cartão do quarto para ganhar tempo foi genial. Mostra inteligência emocional em meio ao caos. Personagens assim fazem a gente torcer até o último segundo.