No início, ele parecia um chefe implacável, mas quando ela entra chorando, algo muda. Em Sou o protagonista, vemos camadas se revelando — ele ajusta os óculos, hesita, até aponta o dedo como quem quer dizer algo mas não consegue. Essa ambiguidade é o que torna o personagem fascinante.
A entrada dela no escritório foi cinematográfica. Casaco marrom, cabelo solto, lágrimas nos olhos — tudo grita urgência. Em Sou o protagonista, ela não pede licença, invade o espaço dele e exige respostas. É o tipo de personagem que você torce para vencer, mesmo sem saber toda a história ainda.
Há momentos em Sou o protagonista onde nenhum dos dois fala, mas o ar está carregado. Ele olha, ela respira fundo, ele ajusta os óculos… esses pequenos gestos constroem uma tensão sexual e emocional que é rara de ver em produções atuais. Simplesmente viciante.
O terceiro personagem, aquele que entra primeiro e fica parado observando, é um mistério. Em Sou o protagonista, ele não diz nada, mas sua presença pesa. Será um rival? Um aliado? Ou apenas um espelho do conflito interno do protagonista? Quero mais cenas dele!
Os livros, as esculturas, a iluminação suave — tudo no escritório em Sou o protagonista reflete poder e solidão. Quando ela entra, o ambiente parece ganhar vida. É como se o cenário fosse um personagem silencioso que reage às emoções dos protagonistas. Detalhe genial!